Elaboração do Plano de Ação

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O plano de ação tem como objetivo a aplicação do método do Planejamento Estratégico Situacional e vamos considerar a sua construção como uma caminhada na qual cada passo dado refere-se a um conjunto de atividades que precisam ser conhecidas e elaboradas para que, ao final, seja possível o desenho do plano como um todo.
Esta seção, em que vamos discutir a Construção do Plano de Ação, foi construída tomando por base o Caderno do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família –Unidade didática I – Módulo 3: Planejamento e Avaliação das Ações de Saúde, de autoria de Francisco Carlos Cardoso, Horácio Pereira de Faria e Max André dos Santos/Nescon – MG.
A estrutura da seção, a temática das atividades e os quadros apresentados são oriundos do material acima referido. Os cinco primeiros passos do Plano de Ação dizem respeito ao momento explicativo e nele é realizada a análise da situação de saúde. Então vamos retomar esses passos iniciais para que possamos continuar o caminho.

Primeiro Passo - Definição de Problemas

Como já foi dito, tudo começa quando produzimos informações que nos permitem conhecer as causas e as conseqüências dos problemas da área de abrangência da equipe.

Retome as definições de problema já apresentadas neste módulo. Lembre-se que não existe um problema isolado, mas sim vários problemas relacionados. Ao identificar um problema devemos considerar se ele é um problema finalístico (ou terminal). Os problemas intermediários farão parte da cadeia causal do problema. Identificados os problemas, provavelmente você obterá uma lista de problemas muito grande, e precisará definir, coletivamente, as prioridades.

Segundo passo – Priorização de problemas

Lembra-se que já discutimos sobre a possibilidade de utilização de critérios para seleção dos problemas? Vamos sugerir o uso de 3 critérios, mas a equipe pode definir outros que julgar relevantes.
Na nossa proposta, para selecionar problemas prioritários considera-se como critérios: a importância do problema, sua urgência e a capacidade do grupo para enfrentá-lo.
Em outras palavras, uma maneira de selecionar problemas é construindo uma planilha onde os problemas são identificados e analisados segundo os valores que lhe são atribuídos, da seguinte forma:

  • atribuindo um valor “alto”, “médio” ou “baixo” para a importância do problema;
  • distribuindo pontos de zero a dez conforme sua urgência;
  • definindo se a solução do problema esta dentro, fora, ou parcialmente dentro da capacidade de enfrentamento da equipe;
  • Numerando os problemas por ordem de prioridade a partir dos resultados da aplicação dos critérios.

O planejamento de uma Equipe de Saúde da Família, denominada Equipe Verde, será utilizado como exemplo para melhor entendimento de cada um dos passos.
Veja a planilha de priorização de problemas da Equipe Verde.

Parcial

Principais Problemas

Importância

Urgência

Capacidade de Enfrentamento

Seleção

Risco cardiovascular aumentado

Alta

7

Parcial

1

Acúmulo de lixo nos lotes

Alta

5

Parcial

2

Violência

Alta

5

2

Desemprego

Alta

5

Fora

3

Falta de esgoto

Alta

4

Fora

4

A seleção é feita por meio da análise dos pontos e valores atribuídos. Para a equipe do nosso exemplo o risco cardiovascular aumentado foi selecionado como prioridade 1.

Terceiro passo – Descrição dos problemas selecionados

A identificação e priorização dos problemas não são suficientes para que se possam definir as intervenções na perspectiva de solucioná-los. É preciso compreender o problema saber caracterizá-lo, para descrevê-lo melhor.
O que é descrever um problema?
Vamos tomar como exemplo o problema “risco cardiovascular aumentado” que devemos enunciá-lo de forma mais completa da seguinte maneira: 32% da população com mais de 20 anos com risco cardiovascular aumentado. Para descrever o problema priorizado a Equipe Verde utilizou dados do SIAB e outros produzidos pela própria equipe. Foram selecionados indicadores relacionados com risco cardiovascular, veja como ficou:

Quadro de descritores do problema “risco cardiovascular aumentado”
Dados de Dezembro/2009

Descritores

Qtd

Fonte

Hipertensos esperados
Hipertensos cadastrados
Hipertensos confirmados
Hipertensos acompanhados conforme o protocolo
Hipertensos controlados
Diabéticos esperados
Diabéticos cadastrados
Diabéticos confirmados
Diabéticos acompanhados conforme o protocolo
Diabéticos controlados
Portadores de dislipidemia1
Sobrepeso1
Tabagistas1
Sedentários2
Complicações de problemas cardiovasculares3
Internações por causas cardiovasculares
Óbitos por causas cardiovasculares

413
387
315
250
180
217
74
74
50
38
92
115
280
160
23
58
8

Estudos epidemiológicos
SIAB
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Estudos epidemiológicos
SIAB
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe
Registro da Equipe

1 apenas entre os portadores de hipertensão e diabetes
2 levantamento realizado pelos ACS
3 Infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral

Observe como o quadro elaborado pela equipe possibilita uma caracterização do problema que será bastante útil não apenas na definição das ações a serem desenvolvidas, mas também para a organização da agenda da equipe e para o monitoramento e avaliação da eficácia e eficiência das ações.

Quarto passo – Explicação dos problemas selecionados

Até aqui os problemas já estão bem descritos e caracterizados por um determinado ator. Agora chegou a hora de explicá-lo melhor. É necessário conhecer e explicar que outros problemas acontecem “antes” de um determinado problema, ou seja, quais problemas estão fazendo com que ele aconteça ou, em outras palavras, quais as suas causas.
Veja este exemplo de explicação de um problema.
Estou vivendo um problema domestico que é uma goteira na sala de casa. Mas a causa dessa goteira é “outro problema” que são as telhas quebradas no telhado. Essas por sua vez são conseqüência e um “outro problema” que é a minha falta de dinheiro para fazer a manutenção do telhado. Minha falta de dinheiro por sua vez é conseqüência do arrocho salarial que é fruto da política econômica do governo, que por sua vez faz parte da política de ajuste econômico do Fundo Monetário Internacional, que (...). (CECILIO, 1997).

No exemplo do risco cardiovascular aumentado a explicação está sintetizada no esquema que se segue.
Observe que a explicação da Equipe Verde possui determinantes mais gerais (modelo de desenvolvimento econômico e social, políticas públicas) e determinantes mais imediatas (hábitos e estilo de vida, pressão social, causas genéticas, resposta do sistema de saúde, etc.). O quadro facilita a visualização dos problemas a serem enfrentados e nos ajuda na definição de ações para o seu enfrentamento.

Quinto passo – Seleção de nós críticos

Na metodologia do PES identificar as causas do problema quer dizer identificar os “nós críticos do problema”. A identificação das causas é fundamental porque para enfrentar um problema deve-se atacar suas causas. Na seleção dos nós críticos decide-se sobre quais causas devemos atuar, ou seja, aquelas consideradas mais importantes na origem do problema.
O nó crítico também traz a idéia de algo sobre o qual eu posso intervir, ou seja, está dentro do meu espaço de governabilidade.

Nó crítico é um tipo de causa que quando “atacada” é capaz de impactar o problema principal e efetivamente transformá-lo.

A Equipe Verde, a do nosso exemplo, definiu como nós críticos fundamentais para o problema do risco cardiovascular aumentado:

  • hábitos e estilo de vida;
  • pressão social;
  • nível de informação;
  • estrutura dos serviços de saúde;
  • processo de trabalho da equipe .
Sexto passo – Desenho das operações

Agora que o problema está bem explicado e estão identificadas as causas consideradas mais importantes, só resta pensar as soluções e estratégias para o enfrentamento do problema, iniciando assim a elaboração do plano de ação propriamente dito.
O plano de ação é composto por operações desenhadas para enfrentar e impactar as causas mais importantes (ou os nós críticos) do problema selecionado. As operações são conjuntos de ações que devem ser desenvolvidas durante a execução do plano. Essas operações consomem recursos:

  • econômicos (ou financeiros);
  • organizacionais (estrutura física, recursos humanos, equipamentos, etc.);
  • cognitivos (conhecimento acumulado);
  • de poder (também denominado recurso político).

Tradicionalmente o mais valorizado é o recurso financeiro; não damos a importância devida aos recursos de poder, cognitivo e organizacional, mas eles são fundamentais para o sucesso do plano.
A partir dos nós críticos identificados no nosso exemplo de risco cardiovascular aumentado, a Equipe Verde propôs as operações necessárias para sua solução, os produtos e resultados esperados e os recursos necessários a sua execução. Veja como ficou interessante.


Nó crítico

Operação/Projeto

Resultados esperados

Produtos esperados

Recursos necessários

Hábitos e estilos de vida inadequados

Viver com Saúde
Modificar hábitos e estilos de vida.

Diminuir em 20% o número de sedentários, tabagistas e obesos no prazo de 1 ano.

Programa de caminhada orientada; Campanha educativa na rádio local; Programa “Merenda saudável”.

Organizacional ðpara organizar as caminhadas;
Cognitivo ðinformação sobre o tema e estratégias de comunicação;
Político ðconseguir o espaço na rádio local, mobilização social e articulação intersetorial com a rede de ensino;
Financeirosðpara aquisição de recursos áudios-visuais, folhetos educativos, etc.

Pressão Social

Viver Melhor
Aumentar a oferta de empregos; Fomentar a cultura da paz.

Diminuição de desemprego; Diminuição da violência.

Programa de geração de emprego e renda; Programa de fomento da cultura da paz / Rede Saúde e Paz.

Cognitivo ðinformação sobre o tema, elaboração e gestão de projetos de geração de emprego e renda e de enfrentamento da violência;
Políticosðmobilização social em torno das questões, articulação intersetorial e aprovação dos projetos;
Financeirosðfinanciamento dos projetos.

Nível de Informação

Saber +
Aumentar o nível de informação da população sobre os riscos cardiovasculares.

População mais informada sobre riscos cardiovasculares.

Avaliação do nível de informação da população sobre risco cardiovascular; Campanha educativa na rádio local; Programa de Saúde Escolar; Capacitação dos ACS e de cuidadores.

Cognitivosðconhecimento sobre o tema e sobre estratégias de comunicação e pedagógicas;
Organizacionaisðorganização da agenda;
Políticosðarticulação intersetorial (parceria com o setor educação) e mobilização social.

Estrutura dos serviços de saúde

Cuidar melhor
Melhorar a estrutura do serviço para o atendimento dos portadores de risco cardiovascular aumentado.

Oferta aumentada de consultas, exames e medicamentos.

Capacitação pessoal, Contratação de compra de exames e consultas especializadas; Compra de medicamentos.

Políticosðdecisão de aumentar os recursos para estruturar o serviço;
Financeirosðaumento da oferta de exames, consultas e medicamentos;
Cognitivoðelaboração do projeto de adequação.

Processo de trabalho da Equipe de Saúde da Família inadequado para enfrentar o problema

Linha de Cuidado
Implantar a linha de cuidado para risco cardiovascular aumentado; incluindo os mecanismos de referência e contra referência.

Cobertura de 80% da população com risco cardiovascular aumentado.

Linha de cuidado para risco cardiovascular implantada; Protocolos implantados; Recursos humanos capacitados; Regulação implantada; Gestão da linha de cuidado implantada.

Cognitivoðelaboração de projeto da linha de cuidado e de protocolos;
Políticoðarticulação entre os setores da saúde e de adesão dos profissionais;
Organizacionalðadequação de fluxos (referência e contra-referência).

Sétimo passo – Identificação dos recursos críticos

Todo processo de transformação da realidade consome recursos em maior ou menor grau, portanto, a transformação vai depender da disponibilidade de determinados recursos.
Chamamos de Recursos críticos aqueles indispensáveis para a realização de uma operação e que não estão disponíveis e, por isso a equipe terá que criar estratégias para que possa viabilizá-los.
Veja como ficou o quadro de recursos críticos da Equipe Verde.

 

Operação / Projeto

Recursos Críticos

Viver com Saúde

Político - conseguir o espaço na rádio local;
Financeiros - para aquisição de recursos audiovisuais, folhetos educativos, etc.

Viver Melhor

Organizacional - mobilização social em torno das questões do desemprego e da violência;
Políticos - articulação intersetorial e aprovação dos projetos;
Financeiros - financiamento dos projetos.

Saber +

Políticos - articulação intersetorial.

Cuidar Melhor

Políticos - decisão de aumentar os recursos para estruturar o serviço;
Financeiros - recursos necessários para a estruturação do serviço (custeio e equipamentos).

Linha de Cuidado

Político - articulação entre os setores da saúde e adesão dos profissionais.

Oitavo passo – Análise da viabilidade do plano

O ator que está planejando não controla todos os recursos necessários à execução do seu plano. Portanto, ele precisa identificar atores que controlam recursos críticos, analisando seu provável posicionamento em relação ao problema para então definir ações estratégicas capazes de construir viabilidades para o seu plano, ou dito de outra maneira motivar o ator que controla recursos críticos.
Resumindo, para analisar a viabilidade de um plano, devem ser identificadas 3 variáveis fundamentais:

  • Quais são os atores que controlam recursos críticos das operações que compõem o plano?
  • Quais recursos que cada um desses atores controla?
  • Qual a motivação de cada ator em relação aos objetivos do plano?

A motivação de um ator com relação ao plano pode ser:

    • favorável: o ator coloca o recurso à disposição do plano;
    • indiferente: não está claro se aquele ator irá apoiar ou fará oposição à utilização do recurso crítico que controla;
    • contrária: caracteriza-se pela oposição ativa à utilização do recurso.

Para o PES, a partir desse conhecimento é possível transformar as motivações dos atores. Isso pode ser feito com o desenvolvimento de estratégias que buscam mobilizar, convencer, cooptar ou mesmo pressionar certos atores para que mudem de posição.
Veja como ficou o quadro de análise de viabilidade da Equipe Verde.

Operações / Projetos

Recursos Críticos

Controle dos recursos críticos

Operações estratégicas

Ator que controla

Motivação

Viver com Saúde
Modificar hábitos de vida.

Políticoàconseguir o espaço na rádio local;
Financeirosàpara aquisição de recursos audiovisuais, folhetos educativos, etc.

Setor de comunicação social

Secretário de Saúde

Favorável

Favorável

 

Viver Melhor
Aumentar a oferta de empregos; Fomentar a cultura da paz.

Políticosàmobilização social em torno das questões do desemprego e da violência;
Políticosàarticulação intersetorial;
Financeirosàfinanciamento dos projetos de geração de emprego e renda.

Associações de Bairro
Secretários de Saúde, Planejamento, Ação Social, Educação, Cultura e Lazer, ONGs, Sociedade Civil, Defesa Social, Judiciário, Ministério da Ação Social, Organizações Não-Governamentais

Favorável
Algumas instituições são favoráveis e outras são indiferentes
Indiferente

Apresentar o projeto
Apoio das associações

Saber +
Aumentar o nível de informação da população sobre os riscos cardiovasculares.

Políticosàarticulação com a Secretaria de Educação.

Secretaria de Educação.

Favorável

 

Cuidar Melhor
Estruturar os serviços de saúde para melhorar a efetividade do cuidado.

Políticosàdecisão de aumentar os recursos para estruturar o serviço;
Financeirosàrecursos financeiros para o equipamento da rede e para custeio (medicamentos, exames e consultas especializadas).

Prefeito Municipal
Secretário de Saúde
Secretário Municipal de Saúde
Fundo Nacional de Saúde

Favorável
Favorável
Indiferente

Apresentar projeto de estruturação da rede

Linha de Cuidado
Reorganizar o processo de trabalho para melhorar a efetividade do cuidado.

Políticoàarticulação entre os setores assistenciais da saúde.

Secretario Municipal de Saúde

Favorável

 


Nono passo – Definição dos responsáveis pelas operações do plano

A principal finalidade deste passo é designar os responsáveis pelas     operações/projetos, além de estabelecer prazos.
O gerente de uma operação é aquele que se responsabilizará pelo acompanhamento da execução de todas as ações definidas. Sua principal função é garantir que todas as ações sejam executadas de forma coesa, coerente e sincronizada, prestando contas do andamento do projeto.
A Equipe Verde construiu o Plano Operativo que se segue.

Operações

Resultados

Produtos

Operações estratégicas

Responsável

Prazo

Viver com Saúde
Modificar hábitos de vida

Diminuir em 20% o número de sedentários, obesos e tabagistas no prazo de 1 ano

Programa de caminhada
orientada; Campanha educativa na rádio local; Programa “Merenda Saudável”

 

Pedro Henrique e
Gilda

3 meses para o início das atividades

Viver Melhor
Aumentar a oferta de empregos; Fomentar a cultura da paz

Diminuição de desemprego; Diminuição da violência

Programa de geração de emprego e renda; Programa de fomento da cultura da paz

Apresentar o projeto
Apoio das associações

Renata
e
Marco Antonio

Apresentar o projeto em e meses. Início das atividades 9 meses.
3 meses para início das atividades

Saber +
Aumentar o nível de informação da população sobre os riscos cardiovasculares

População mais informada sobre riscos cardiovasculares

Avaliação do nível de informação da população sobre risco cardiovascular; Campanha educativa na rádio local; Programa de Saúde Escolar; Capacitação dos ACS e dos cuidadores

 

Pedro Henrique e
Aline

Início em 4 meses e término em 6 meses. Início em 3 meses e término em 12 meses. Início em 6 meses, avaliações a cada semestre. Início em 2 meses e término em 3 meses.

Cuidar Melhor

Adequação da oferta de consultas, exames e medicamentos definidos nos protocolos à demanda, considerando a meta de 80% de cobertura

Equipamento da rede; Contratação de compra de exames e consultas especializadas e compra de medicamentos

Apresentar projeto de estruturação da rede

Renata Cardoso
e
Coordenador de ABS

4 meses para apresentação do projeto e 8 meses para aprovação e liberação dos recursos e 4 meses para compra dos equipamentos. Início em 4 meses e finalização em 8 meses.

Linha de Cuidado

Cobertura de 80% da população com risco cardiovascular aumentado

Linha de cuidado para risco cardiovascular implantada; Protocolos implantados; Recursos humanos capacitados; Regulação implantada; Gestão da linha de cuidado implantada

 

Renata Cardoso
e
Coordenador de ABS

Início em 3 meses e finalização em 12 meses,

Décimo passo – Gestão do plano

Não basta contar com um plano de ação bem formulado e com garantia de recursos. É preciso um sistema de gestão que dê conta de coordenar e acompanhar a execução das operações / projetos, indicando as correções de rumo necessário. Esse sistema deve ainda garantir o uso eficiente dos recursos, promovendo a comunicação entre todos envolvidos no projeto.
O quadro abaixo é uma planilha de acompanhamento de um dos projetos da Equipe Verde.

Produtos

Responsável

Prazo

Situação atual

Justificativa

Novo prazo

1 Programa de caminhada orientada

Pedro Henrique

3 meses

Programa implantado e implementado em todas as microáreas

 

 

2 Campanha educativa na rádio local

José Ribeiro

3 meses

Atrasado

Formato e duração do programa definidos; Conteúdos  definidos; Falta de definição de horário pela emissora local

1 mês

3 Projeto “Merenda Saudável”

José Ribeiro

3 meses

Projeto ainda em discussão com a Educação

Resistência das cantinas das escolas em não comercializar alimentos não recomendados pelo programa

2 meses

A elaboração do Plano de Ação é uma forma de enfrentar os problemas da equipe de forma mais sistematizada, menos improvisada e, por isso com mais chances de sucesso.

Mas esse sucesso pode ficar ameaçado se não dispusermos e não utilizarmos mecanismos de monitoramento e avaliação de todas essas etapas. É fundamental que a equipe esteja atenta acompanhando passo a passo o desenrolar do plano para fazer as correções de rumo necessário.

 

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